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A 16ª sessão ordinária da Câmara de Vereadores de Tailândia (CMT), nordeste paraense, aprovou nesta quinta-feira (20/08), o Projeto de Lei nº 001/2026, do Executivo, que testemunhou em silêncio a autorização, por parte do poder legislativo, da ‘concessão’ do uso de parte do bem imóvel público municipal por 10 anos a uma empresa que nem do Estado é. É de Sao Paulo.
O projeto foi aprovado por 12 votos a 1, do vereador Fabrício Lucena (PRD), sem licença ambiental e outros esclarecimentos necessários, saber de fato a quem interessa financeiramente essa concessão.
Falta Espaço para o Debate
A questão central é a falta de debate democrático e transparência da prefeitura e da câmara municipal, que trata a coisa pública com meio do descaso. Que aprova projetos que podem comprometer a vida da população do município por 10 anos, em 3 horas. Sem uma audiência pública.
Privatização
Na prática, a utilização da área doada pelo prefeito Lauro libera a privatização do ‘Lixão de Tailândia’, onde, por baixo dos panos serão explorados todos os recursos recicláveis da modalidade plásticos e não somente as embalagens de resíduos de agrotóxicos e lixo hospitalar, que polui o solo e o rio, sem abrir o debate com a sociedade.
Veja exemplos de privatização
São exeplos de privatização: Celpa. Atual Equatorial; PA-150; Cosanpa, Águas do Pará. Não poderia ser esquecido o Lixão do Aurá e outros
Correto
Dos 13 vereadores que compõe a ‘casa do povo, somente o vereador Fabrício Lucena. Fabrício se posicionou de forma correta contra um projeto de lei enviado pelo Poder Executivo à Câmara Municipal, que prevê a cessão de uma área pública do município pelo prazo de dez anos, com possibilidade de prorrogação, para uma empresa de reciclagem de São Paulo.
Não serão esquecidos
Infelizmente, a CMT há muito deixou de ser referência como representante do povo, tornando-se um servil espectro da falta de respeito com o povo de Tailândia. Vale lembrar que os vereadores em 2028 não serão esquecidos.


