Imagem: Reprodução
Por mais que as eleições tenham chegado ao fim e a população já tenha feito suas escolhas, parece que para alguns, a campanha nunca termina. O cenário político de Tailândia vive um momento curioso: enquanto a gestão municipal afirma que está “fortalecida” e que não se incomoda com “opositores”, ainda assim, continua alimentando narrativas e incentivando pautas que tentam desqualificar qualquer ação que não esteja sob seu controle direto.
Apoio ao Instituto Acreditar
Recentemente, um jornalista local publicou uma matéria questionando a representatividade da vereadora Rosa por apoiar o Instituto Acreditar, uma iniciativa social que busca fomentar a cultura e a arte, além de proporcionar suporte a quem mais precisa. Na visão desse jornalista, que olha com um olho apenas, a atitude da vereadora foi “precipitada” e, de alguma forma, representa um apoio ao Nené da Danyslas, ainda que ele nem seja candidato a nada.
Contradição
O que realmente chama atenção nessa situação é a contradição: se a gestão atual está tão segura de sua “popularidade” e “crescimento”, por que se incomodar tanto com algo que, segundo eles, não tem relevância política? Mais do que isso, por que continuar pagando para publicar matérias que tentam desqualificar uma ação social?
A Falta de Apoio a Rosa da Saúde e o Trabalho Independente
A vereadora tem trânsito na Assembleia Legislativa do Pará, através do deputado Gustavo Sefer, e apoio popular de 2.053 votos, uma votação espetacular no município de Tailândia. Quer dizer que com os votos que obteve a vereadora está “ilhada”?
Câmara Municipal
Outro problema em questão é o papel da vereadora na Câmara. Cabe a posição de fiscalizar o trabalho do prefeito e legislar, cabendo ao presidente da CMT o recebimento e protocolo das indicações, projetos de leis, encaminhar às comissões de interesse e colocar em pauta para votações. É este o rito.
Nunca teve apoio da gestão
Não é segredo para ninguém que Rosa nunca teve apoio da gestão anterior e nem da atual. Ainda assim, sempre esteve ao lado do povo, buscando soluções para os problemas que afetam diretamente a vida dos moradores. Um exemplo claro é a dificuldade que muitos enfrentam para conseguir consultas especializadas. Como a cidade não oferece esses serviços, muitas vezes as pessoas precisam se deslocar para outras cidades. No entanto, a Regulação Municipal frequentemente nega o transporte para essas pessoas, dificultando ainda mais o acesso à saúde.
Reconhecimento
Em meio a esse cenário, iniciativas como a do Instituto Acreditar surgem como uma alternativa para preencher lacunas que o poder público deveria cobrir. A organização não pertence a partido algum e está aberta para receber apoio de quem quiser contribuir. Rosa, por sua vez, apenas reconheceu a importância desse trabalho e decidiu colaborar.
A Máquina Pública e a Necessidade de Criar Inimigos
O mais irônico de toda essa situação é que a gestão municipal insiste em dizer que não se incomoda, mas age de forma totalmente oposta. A todo o momento, surgem matérias financiadas por aliados do governo tentando transformar questões sociais em ataques políticos. Se realmente não houvesse incômodo, o prefeito e sua equipe simplesmente ignorariam. Mas, o que se vê é o contrário: um esforço contínuo para criar inimigos aonde não existe.
Exercer Cidadania
Além disso, há uma tentativa de fazer com que a população veja qualquer forma de crítica como um ato de “desespero da oposição”. Mas a realidade é que as pessoas não precisam apenas agradecer pelo básico, pelo que já é seu direito. Questionar a gestão, cobrar melhorias e apoiar iniciativas independentes não é estar contra ninguém é apenas exercer cidadania.
A Verdadeira Razão do Incômodo
Na cortina de fumaça criada pela gestão, o que parece incomodar não é o apoio da vereadora Rosa ao Instituto Acreditar, mas sim o fato de que existem pessoas e organizações dispostas a trabalhar pelo bem comum sem depender da prefeitura.
Narrativa
A narrativa que se tenta criar é de que toda ação deve ter um interesse político por trás, porque é assim que essa gestão opera. Mas, a verdade é que existem pessoas e instituições que trabalham por um propósito maior, sem buscar cargos ou benefícios.
Desgaste
O Instituto Acreditar não tem partido. Quem quiser ajudar, ajuda. E quem quiser transformar isso em guerra política, que arque com as consequências do desgaste público. O povo de Tailândia merece mais do que brigas políticas sem sentido. O que a cidade realmente precisa é de gestão eficiente e de iniciativas que melhorem a qualidade de vida das pessoas.
A política já acabou. Está na hora de trabalhar de verdade!