Helder e Sintepp recuam das tolices e acenam para o final de impasse

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Há mais de 18 dias com o impasse da ocupação do prédio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc) por profissionais de educação índios e não índios, o governador Helder recua, e com o discurso do “compromisso com o diálogo aberto e transparente, visando garantir o fortalecimento da educação e a valorização dos profissionais da área”, aponta para um acordo necessário para saída do impasse.

Como Gente Grande

Assim, a Comissão paritária de negociação do Governo do Estado e do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (Sintepp) se reuniu na tarde desta última sexta-feira (31), em Belém, para discutir como gente grande, sobre as principais demandas da categoria dos educadores.

Suspensão da lei…revisão ampla…sem perdas…refazer o PCCR

O Estado propôs ao Sindicato a “suspensão de efeitos da Lei nº 10.820, além da criação imediata de uma comissão, com prazo de atuação de até 30 dias, para fazer uma revisão ampla da legislação, a fim de garantir direitos dos profissionais da educação, sem perdas financeiras, e refazer o Plano de Cargos , Carreiras e Remuneração (PCCR) da categoria”.

Assembleia

O Sintepp, por sua vez, superou a tensão quando no início da reunião propôs a revogação imediata da lei, informou que vai analisar as propostas do Governo e apresentá-las em Assembleia à categoria na próxima semana.

Comunidades Indígenas do Pará

Tudo indica o caminho do fim das tensões e negociar os pontos controvertidos de cada proposta e os adendos das reivindicações das comunidades educacionais dos povos indígenas do Pará.

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